Chuvas deixam ao menos 59 mortos em Santa Catarina
Pelo menos 59 pessoas morreram vítimas das fortes chuvas que atingiram Santa Catarina e provocaram enchentes e deslizamentos de terra desde a última semana, informou nesta segunda-feira a Defesa Civil do Estado. Mais de 60 municípios foram atingidos, dos quais cinco estão isolados pelas águas, e há mais de 1,5 milhão de pessoas afetadas. Segundo a Defesa Civil, mais de 43 mil pessoas estão desabrigadas (14.511) ou desalojadas (28.543) em todo o Estado. "Santa Catarina enfrenta a pior tragédia climática da história", disse o governador do Estado, Luis Henrique da Silveira (PMDB), em entrevista coletiva, segundo a página da Defesa Civil na Internet. O governo catarinense decretou situação de emergência. Após uma conversa de Silveira com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o governo federal colocou à disposição os suprimentos necessários, informou a Defesa Civil. Na cidade de Blumenau, onde 13 mortes por soterramento foram confirmadas no fim de semana, o prefeito João Paulo Kleinubing declarou estado de calamidade pública na noite de domingo. No município de Ilhota foram confirmadas até o início da tarde 14 mortes, enquanto 6 pessoas morreram em Jaraguá do Sul. Também houve mortes causadas pelas chuvas em Brusque, Garuva, Gaspar, Pomerode, Bom Jardim da Serra, Luiz Alves, Rancho Queimado, Benedito Novo e Rodeio. O temporal também causou o rompimento de um duto da Transportadora Brasileira Gasoduto Bolívia-Brasil (TBG) na região de Gaspar. A empresa que opera no Brasil o gasoduto, que leva o gás natural importado da Bolívia, informou que o abastecimento foi interrompido em cidades de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul. A TBG não soube informar o número de pessoas ou municípios afetados nem pôde dar um prazo para o restabelecimento do serviço. Segundo um funcionário da Defesa Civil na capital Florianópolis, as chuvas fortes começaram no último dia 20, e as primeiras mortes foram registradas a partir de sábado. A previsão do tempo indica uma diminuição no nível de chuva nos próximos dias, acrescentou. "Continua chovendo bastante, mas a tendência é diminuir", disse o funcionário por telefone. "Hoje melhor do que ontem, e amanhã melhor do que hoje." Helicópteros e botes a motor foram sendo utilizados ininterruptamente ao longo do dia para resgatar pessoas isoladas, segundo a Defesa Civil. Os Estados vizinhos Rio Grande do Sul e Paraná vão participar das operações de resgate a partir desta segunda-feira, atendendo a um pedido do governador de Santa Catarina. Além das diversas casas atingidas por deslizamentos de terra e da cheia de rios, muitas estradas do Estado estão interditadas por queda de barreiras e alagamentos. "O grande desafio para esta segunda-feira será abastecer os abrigos com medicamentos e alimentos", disse o prefeito de Blumenau, segundo a página da Defesa Civil.
Mortos chegam a 99 em Santa Catarina; Lula libera verba,Brasil,brasuleiros,politica,social
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobrevoou nesta quarta-feira as regiões de Santa Catarina mais atingidas pelas chuvas, que deixaram 99 mortos até o momento, e destinou cerca de 2 bilhões de reais para ajudar as vítimas e a reconstrução do Estado e outras regiões do país. Lula realizou um sobrevôo de helicóptero, que durou cerca de 30 minutos, sobre algumas áreas atingidas. Nove municípios já declararam estado de calamidade pública e sete cidades estão inacessíveis desde o fim de semana, com diversas estradas bloqueadas e casas inundadas. A enxurrada já deixou ao menos 99 mortos, a maioria por soterramento, e 19 desaparecidos em Santa Catarina, segundo a Defesa Civil do Estado. Além disso, outros 78 mil desabrigados ou desalojados. Cidades estão submersas ou com as ruas tomadas pela lama, enquanto estabelecimentos comerciais foram saqueados pela população em meio à falta de água, luz e comida. O total de pessoas afetadas pelas chuvas no Estado passa de 1,5 milhão. Santa Catarina receberá 370 milhões de reais para enfrentar a situação de calamidade pública, por meio de medida provisória assinada pelo presidente. Mais 1,6 bilhão será dividido entre o Estado e outras regiões que eventualmente passem por problemas semelhantes, de acordo com comunicado da Presidência. Desse total, cerca de 680 milhões de reais serão aplicados em Santa Catarina na recuperação de portos, rodovias, na Defesa Civil e na saúde, informou o Palácio do Planalto. A Câmara dos Deputados criou nesta quarta-feira uma Comissão Externa, formada por todos os deputados catarinenses, para acompanhar a situação no Estado e garantir que o dinheiro da Medida Provisória do governo federal chegue logo ao destino. "Está um caos, não tem comunicação, não tem luz em muitos bairros. A cidade esta criando crateras na rua. Você pisa no asfalto e ele vai abaixo", disse à Reuters, por telefone, o caminhoneiro Loreci Chames, cuja casa foi invadida pela água na cidade de Itajaí e a família está hospedada na casa de parentes. "Perdi o carro, a moto e mais de 20 mil reais em móveis. Acabou tudo. Há três dias eu passo na porta da minha casa de jet-ski e continua tudo tomado pela água", acrescentou. Autoridades locais, mobilizadas para fazer o resgate dos afetados, tiveram que destacar reforços de segurança às cidades atingidas pelas fortes chuvas devido aos saques. Em Blumenau, onde 20 pessoas morreram devido à tragédia, cinco pessoas foram presas por saques, de acordo com a Polícia Civil. Mais de 200 policiais da capital Florianópolis, menos castigada pelas chuvas, foram enviados a cidades onde houve registros de saques na terça-feira. Além disso, cerca de 50 agentes da Força Nacional de Segurança foram destacados para ajudar no combate à criminalidade em Santa Catarina. SEM COMIDA, SEM ÁGUA A polícia informou ainda que efetivos de outras regiões estavam sendo deslocadas para cidades com registros de furtos. Vinte e três helicópteros e seis aviões estão sendo utilizados para resgatar as vítimas nas regiões mais críticas e isoladas do Estado. De acordo com a Defesa Civil, quase 100 mil pessoas estão ilhadas. "Muitas pessoas não comem nem bebem há 4 ou 5 dias. Eles estão famintos", disse o major Sérgio Murillo de Mello, comandante do Corpo de Bombeiros em Itajaí, um dos municípios mais castigados. Um hospital de campanha das Forças Armadas será montado no Estado com parte da verba liberada pela MP, e outros 100 milhões de reais serão utilizados para reconstrução de postos de atendimento e substituição de equipamentos hospitalares, segundo comunicado da Presidência da República. O abastecimento de gás em municípios da região e no Rio Grande do Sul também foi afetado pela enxurrada que causou o rompimento de um duto. A Transportadora Brasileira Gasoduto Bolívia- Brasil (TBG) informou que o reparo no trecho do gasoduto levaria 21 dias. Segundo a Defesa Civil, dados do serviço meteorológico indicam recordes históricos de chuvas no mês de novembro nas cidades de Blumenau, Indaial, Joinville, Itajaí e Florianópolis.
Exército montará hospital entre Itajaí e Ilhota-SC
O Hospital de Campanha, disponibilizado pelo Ministério da Saúde e pela Defesa para socorrer as vítimas das chuvas em Santa Catarina, será instalado entre o trevo dos municípios de Itajaí e Ilhota. Foi o que anunciou a secretária de Estado da Saúde do Estado, Carmen Zanotto. A estrutura do hospital é composta por cerca de 50 profissionais de saúde, que deverão atender a população a partir de sábado. Segundo a Defesa Civil, as chuvas já deixaram 99 mortos no Estado. O órgão chegou a divulgar 101 vítimas fatais, porém, corrigiu a informação.
Santa Catarina também está recebendo médicos, enfermeiros e socorristas voluntários vindos de todo o País. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) enviou 30 médicos para a cidade de Navegantes. Grupos hospitalares, organizações não-governamentais (ONGs) e indústrias farmacêuticas de vários Estados colocaram suas equipes e estruturas à disposição da população catarinense. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que já conta com 200 profissionais nas áreas mais afetadas, está recebendo voluntários dos Samus inclusive de Estados distantes, como a Bahia.
O Ministério da Saúde, que nas primeiras horas da enchente enviou a Santa Catarina dois técnicos especializados em situações de desastres, já encaminhou ao Estado dez toneladas de medicamentos e insumos. O material chegou hoje no aeroporto de Navegantes. Além destes kits, também serão enviados insumos extras, como soro antiofídico, imunoglobulina antitetânica e 100 mil frascos de hipoclorito de sódio 2,5%, para a limpeza da água.
Estradas
Dezessete estradas federais e estaduais de Santa Catarina permanecem bloqueadas em razão de queda de barreiras ou deslizamentos de terra. À tarde, chegou a ser cogitada a liberação de meia pista da BR-101, no quilômetro 235, em Palhoça, mas novas chuvas adiaram os planos. Desde o sábado, a queda de uma rocha impede a circulação no trecho e cerca de 750 caminhões estão parados nas duas pontas da estrada. A BR-101 atravessa o litoral catarinense e leva ao Rio Grande do Sul.
A BR-270 reúne dez pontos de interdição, passando por Navegantes, Gaspar, Blumenau e Rodeio. Há o bloqueio total de tráfego apenas na altura do quilômetro 41 da via, em Gaspar, por conta do desmoronamento da pista. Na BR-282, barreiras cederam nos quilômetros 31 e 79, de Águas Mornas até Rancho Queimado.
Entre as 14 estaduais afetadas, a SC-470 apresenta a situação mais complicada e continua sem condições de receber caminhões em toda a sua extensão, entre Itajaí e Blumenau. A SC-415 foi liberada na altura do quilômetro 15,5, na divisa entre Garuva, em Santa Catarina, e Guaratuba, no Paraná. A remoção do entulho na SC-474 também permitiu a desinterdição do quilômetro 53, entre Massaranduba e Blumenau.
Lula: saque do FGTS deve ser facilitado às vítimas de SC,brasil, brasileiro, O presidente Luiz Inácio Lula da Silva orientou a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, e a presidente da Caixa Econômica Federal, Maria Fernanda Ramos Coelho, a discutirem formas de facilitar o saque de dinheiro das contas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) por trabalhadores que tenham sido vítimas das enchentes em Santa Catarina.
A informação sobre a orientação de Lula foi relatada, em entrevista, pela senadora catarinense Ideli Salvatti (PT), ao sair, no final da tarde de hoje, de uma audiência com o presidente Lula, no Palácio do Planalto, da qual participou também o governador de Santa Catarina, Luiz Henrique da Silveira (PMDB). A audiência de Lula a Luiz Henrique já estava prevista, mas era para tratarem de um encontro sobre turismo em Santa Catarina.
O governador e a senadora pediram a Lula alteração no Decreto nº 5.113/2004, para aumentar o limite, hoje de R$ 2.600,00, dos recursos que podem ser retirados do FGTS por trabalhadores vítimas de catástrofes naturais.
O governo do Santa Catarina - onde 12 cidades se encontram em estado de calamidade - deve receber em breve, segundo fontes do Palácio do Planalto, R$ 373 milhões a serem liberados pelo Ministério da Fazenda em títulos públicos. Esse valor não está incluído no total de R$ 1,4 bilhão que o governo anunciou ontem e que demorará pelo menos dez dias para ser liberado.
Lula manifesta a Correa desagrado com ação do Equador Presidente equatoriano telefonou ao colega brasileiro neste sábado.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva conversou neste sábado, por telefone, com seu colega equatoriano, Rafael Correa, e expressou seu desagrado sobre a forma como o Equador conduziu a crise envolvendo um empréstimo do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Segundo informações do Palácio do Planalto, o telefonema, na manhã deste sábado, foi breve e partiu de Correa.
De acordo com o Planalto, Correa disse lamentar o episódio e afirmou que não teve a intenção de gerar desconforto nas relações bilaterais com sua decisão de entrar com uma ação na Câmara de Comércio Internacional (CCI), em Paris, para suspender o pagamento da dívida de US$ 243 milhões contraída com o BNDES.
Segundo o Planato, apesar da iniciativa de telefonar a Lula, o presidente equatoriano não deu sinal de recuo em sua decisão.
Mal-estar
A decisão do Equador de suspender o pagamento da dívida foi anunciada na quinta-feira e provocou um mal-estar diplomático entre os dois países.
Na sexta-feira, o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, convocou o embaixador brasileiro no Equador, Antonino Marques Porto, para consultá-lo sobre uma resposta ao anúncio equatoriano.
Em nota divulgada na sexta-feira, o Itamaraty informou que recebeu a notícia "com séria preocupação".
"A decisão do governo equatoriano foi anunciada em evento público sem prévia consulta ou notificação ao governo brasileiro", diz a nota.
Ainda de acordo com o Itamaraty, a forma como a medida foi tomada "não se coaduna com o espírito de diálogo, de amizade e de cooperação que caracteriza a relação entre o Brasil e Equador".
Ainda na sexta-feira, o governo do Equador disse em nota oficial "deplorar" a decisão do Brasil de convocar o embaixador brasileiro em Quito para consultas.
Polêmica
O empréstimo junto ao BNDES foi contraído em 2000 para o financiamento da obra da Usina Hidrelétrica San Francisco, em território equatoriano.
A polêmica teve início quando Correa questionou o fato de o empréstimo ter sido direcionado diretamente à construtora brasileira Odebrecht, mas "legalmente" aparecer como dívida do Equador com o Brasil. O governo do Equador alega que a dívida é ilegal e que há irregularidades na obra.
Com potência prevista de 230 megawatts e com capacidade para abastecer 12% da energia do Equador, a central San Francisco foi construída pelo Consórcio Odebrecht - Alstom - Vatech (empresas européias) e inaugurada em junho de 2007.
A partir de junho de 2008, a San Francisco começou a apresentar falhas e logo depois foi fechada, o que, de acordo com o governo equatoriano, coloca em risco o abastecimento do país e poderia ocasionar apagões de energia. No mês passado, o governo equatoriano expulsou a Odebrecht do país.
BNDES
Nesta sexta-feira, o BNDES divulgou uma nota em que afirma que o contrato firmado com a empresa equatoriana Hidropastaza cumpriu "todas as exigências previstas" pelos dois lados.
Segundo o BNDES, o contrato foi aprovado pelo Congresso Nacional do Equador, tendo sido atestado pela Procuradoria-geral daquele país e autorizado pelo Banco Central do Equador.
Além disso, de acordo com o BNDES, o contrato foi firmado no âmbito do Convênio de Pagamentos e Créditos Recíprocos da Associação Latino-americana de Integração (CCR/ALADI).
Com isso, o não pagamento da dívida "implica inadimplência do banco central devedor com os demais bancos centrais signatários do convênio", diz a nota do BNDES.
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29 de março (sábado)
Às 23h30, Isabella Nardoni cai do sexto andar sobre o gramado em frente ao prédio. A menina chega a ser socorrida, mas morre pouco depois. O pai da menina e a mulher vão à delegacia, onde dizem que alguém jogou Isabella do sexto andar, mas não sabem quem foi.
O pai conta que chegou da casa da sogra com a família e subiu só com Isabella. Diz que levou a menina até o quarto dela e ligou o abajur. Depois trancou a porta do apartamento e voltou à garagem, para ajudar a mulher a subir com os outros dois filhos. Afirma ainda que, quando voltou ao apartamento, viu a tela de proteção da janela rompida e a filha no jardim.
Os médicos legistas analisam o corpo e encontram ferimentos que podem ter ser sido feitos antes da queda.
O pai e a mulher passam a madrugada na delegacia.
30 de março (domingo)
Os depoimentos duram o dia todo e a polícia fala, pela primeira vez.
O delegado afirma que foi homicídio e não acidente, porque a menina não sofreu uma queda acidental. Segundo a polícia, alguém rompeu a tela protetora da janela e jogou a criança.
31 de março(segunda-feira) Isabella Nardoni é enterrada de manhã e o avô materno, José Arcanjo de Oliveira, é o único a dar declarações. Diz que o caso abalou a familia inteira.
No apartamento, os peritos descobrem que a tela rompida é a da janela do quarto dos irmãos, não do quarto da Isabella. Recolhem a tela e alguns utensílios de cozinha que possam ter sido usados para fazer o corte. Também levam amostras do sangue encontrado em vários pontos do apartamento e as roupas da vítima, entre elas uma camiseta rasgada nas costas.
Um operário que trabalhou no prédio presta depoimento, confirma que teve um desentendimento com o pai de Isabella, mas nega envolvimento na morte.
1º de abril (terça-feira) A polícia ouve seis pessoas: o primeiro policial a chegar ao prédio, logo depois da morte, dois ex-vizinhos e três vizinhos da família. Eles contam que ouviram gritos.
O advogado da família Nardoni e o delegado Calixto Calil Filho têm interpretações diferentes sobre os depoimentos prestados.
2 de abril (quarta-feira)
A mãe de Isabella, Ana Carolina de Oliveira, presta depoimento. "Que a justiça seja feita", diz na saída.
Com base no depoimento da mãe, a polícia pede a prisão temporária do pai e da madrasta de Isabella, Alexandre Nardoni e Anna Carolina Peixoto Jatobá. A Justiça aceita e determina a prisão.
Os peritos voltam ao apartamento e examinam também a garagem e o carro da família. Os investigadores vão à casa dos pais de Alexandre pedir que eles convençam o filho a se entregar.
3 de abril (quinta-feira)
Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá divulgam cartas, escritas de próprio punho, em que afirmam não serem culpados pela morte da criança e declaram amor por Isabella.
Os advogados negociam a apresentação do casal, o que ocorre no fim da tarde. Eles se apresentam no Fórum de Santana, na Zona Norte, passam pelo 9° Distrito Policial e fazem exames de corpo delito no Instituto Médico-Legal (IML). Eles são levados para delegacias distintas.
4 de abril (sexta-feira) Dados preliminares do exame toxicológico feito no casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá constatam que nenhum dos dois havia ingerido álcool ou qualquer tipo de droga na noite da morte de Isabella.
O promotor Francisco Cembranelli afirma que há trechos "fantasiosos" nos depoimentos dados à polícia por Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá. Ele visita o prédio do pai de Isabella. Depois de passar 45 minutos no local, diz que “qualquer conclusão (sobre o caso) é precipitada”.
Também na sexta-feira é realizada uma nova perícia no prédio. Técnicos do Instituto de Criminalística (IC) mediram o muro que cerca o prédio e verificaram qual seria a área abrangida pelo circuito de câmeras, caso ele estivesse em funcionamento no dia crime.
5 de abril (sábado O promotor Francisco Cembranelli afirma que a reconstituição da morte de Isabella será feita, mas diz que ainda não há data marcada.
Alexandre Nardoni, pai de Isabella, recebe a visita de três advogados no 77º Distrito Policia, na região central de São Paulo. Um deles conversa por cerca de 40 minutos com Nardoni, mas não divulga o conteúdo da conversa.
A mãe de Isabella, Ana Carolina de Oliveira, recebe flores, presentes e visitas de solidariedade no dia do seu aniversário de 24 anos. Entre os visitantes está Massataka Ota, pai do garoto Yves Ota.
6 de abril (domingo)
Oito dias após a morte da menina Isabella, o prédio em que ela morreu após cair do 6º andar vira atração para curiosos. Pichações feitas em muros próximos ao prédio pedem justiça para o caso.
Em entrevista ao Fantástico, o pai de Alexandre, Antônio Nardoni, diz que filho “não é marginal”. Mãe de Isabella, Ana Carolina de Oliveira, diz que filha tinha amor “incondicional” pelo pai.
O promotor do caso, Francisco Cembranelli, diz que é contra ouvir o depoimento do filho de 3 anos de Alexandre e Anna Carolina Jatobá. Menino pode ter sido responsável por gritos de “pára, pai” ouvidos na noite do crime.
7 de abril (segunda-feira)
A Justiça suspende sigilo no inquérito policial que investiga a morte da menina Isabella Nardoni. Pouco tempo depois, o delegado responsável pelas investigações, Calixto Calil Filho, ordena novamente o sigilo.
A defesa do casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá entra com pedido de habeas corpus para o casal junto ao Tribunal de Justiça de São Paulo.
Peritos da Polícia Civil concluem que Isabella Nardoni foi espancada e asfixiada dentro do apartamento, antes de ser jogada pela janela do 6º andar.
8 de abril (terça-feira)
Imagens do circuito interno de um supermercado em Guarulhos, na Grande São Paulo, onde Isabella esteve com sua família horas antes de morrer, em 29 de março, são divulgadas. O vídeo mostra Alexandre Nardoni usando roupas parecidas antes e depois da morte da menina de 5 anos.
Informações que fazem parte do laudo do Instituto Médico-Legal (IML) apontam que uma pequena palmeira amorteceu o impacto da queda da menina.
Peritos do Instituto de Criminalística (IC) voltam ao apartamento de Alexandre Nardoni e, dessa vez, acompanham os advogados de defesa dele e da madrasta de Isabella, Anna Carolina Jatobá.
9 de abril (quarta-feira) A delegada assistente do 9º Distrito Policial, no Carandiru, Renata Pontes, diz que a polícia já apurou 70% do que aconteceu na noite em que Isabella Nardoni morreu. Entretanto, sem dar detalhes, o delegado-titular do 9º DP, Calixto Calil Filho, disse que boa parte da chamada cena do crime foi montada, mas que ainda faltam mais de 50% das investigações.
O avô de Isabella, Antônio Nardoni, diz que "qualquer um" poderia ter entrado no prédio e cometido o crime, uma vez que os portões do local ficavam completamente abertos.
10 de abril (quinta-feira)
A polícia diz ter um depoimento crucial sobre o caso Isabella, mas a identidade da pessoa é mantida em sigilo pelo delegado Calixto Calil Filho.
O pedreiro Gabriel dos Santos Neto, que trabalha na construção de um sobrado nos fundos do edifício London, presta depoimento à Polícia Civil. Na saída da delegacia, ele nega que a construção tenha sido arrombada no dia do crime.
A Polícia Civil pede a quebra do sigilo telefônico de Cristiane Nardoni, tia de Isabella e irmã de Alexandre. O pedido é feito por interesse especial na ligação realizada para a irmã de Alexandre pouco depois da morte da criança. Os advogados de defesa de Nardoni pedem que Cristiane seja ouvida pela polícia.
11 de abril (sexta-feira) Justiça de São Paulo concede habeas corpus e Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá são libertados. Há tumulto na saída de ambos das delegacias e curiosos chegam a empunhar pedras. O casal vai para a casa de parentes na Zona Norte da capital paulista.
A delegada Elizabete Sato, da Seccional da Zona Norte, diz que libertação do casal não irá atrapalhar investigações, mas o promotor Francisco Cembranelli fala o contrário. Ele afirma ainda que existem indícios que ligam o casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá aos ferimentos encontrados no corpo da menina de 5 anos.
Polícia diz que vai intimar Cristiane Nardoni, tia de Isabella. Os investigadores querem saber se ela é mesmo a pessoa que foi citada em depoimento de um funcionário de um bar. Na noite em que a menina morreu, ele disse ter visto uma mulher se desesperado após receber um telefonema e comentar algo que poderia ligar Nardoni ao crime.
12 de abril (sábado) No primeiro dia longe da detenção, o casal permaneceu na casa do pai de Alexandre, Antônio Nardoni. No começo da noite, a irmã do pai de Isabella afirmou que o casal está "bem, na medida do possível'. Entretanto, ela disse que eles não viram os filhos de 11 meses e 3 anos "por medida de segurança".
Eles receberam a visita de amigos. O pai de Alexandre seu reuniu durante a tarde com advogados. No 9º Distrito Policial, onde estão concentradas as investigações, foram ouvidos vizinhos do casal. O delegado Aldo Galeano, diretor do Departamento de Polícia Judiciária da Capital (Decap), disse que se forem concluídas as atuais linhas de investigação será pedida a prisão preventiva do casal.
13 de abril (domingo) O casal deixa a casa da família Jatobá e reencontra os filhos, que esavam com os pais de Anna Carolina em Guarulhos. No 9° Distrito Policial, vizinhos são ouvidos pela delegada-assistente.
O desembargador Caio Canguçu de Almeida diz que libertação não afirma culpa ou inocência de casal. Na primeira entrevista após a decisão, ele justificou a libertação com a afirmação de que Alexandre Nardoni e Anna Carolina não atrapalharam a investigação. O pai de Alexandre diz que o filho não discutiu ou brigou com a mulher no dia do crime. Por sua vez, Cristiane Nardoni diz que o irmão jamais machucaria Isabella.
14 de abril (segunda-feira)
O Jornal Nacional tem acesso aos depoimentos de Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá feitos à polícia um dia após a morte da menina Isabella, de 5 anos.
Os advogados de defesa do casal levam à polícia blusas que Anna Carolina Jatobá e Isabella usaram no dia do crime.
A polícia afirma que está analisando se vai ouvir 22 pessoas indicadas como testemunhas pela defesa do casal. O pai de Alexandre, Antônio Nardoni, diz que a família está vivendo em prisão domiciliar.
15 de abril (terça-feira)
Os exames feitos pelos peritos para esclarecer a morte de Isabella Nardoni são praticamente concluídos. Os peritos discutem sobre o que provocaram a morte para fazer a conclusão do laudo. Os delegados responsáveis sobre o inquérito discutem os relatórios das investigações. O diretor do IC diz que a lavagem da blusa da madrasta atrapalha as investigações.
Um casal que mora em um prédio vizinho ao edifício onde ocorreu o assassinato da menina Isabella Nardoni contou, com exclusividade, ao "Jornal Nacional", ter ouvido uma violenta briga na noite do crime. Um novo pedido de habeas corpus é protocolado, mas os advogados de defesa afirmam que ele não faz parte da estratégia da defesa.
16 de abril (quarta-feira) Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá são intimados pela polícia para depor na sexta-feira (18), quando Isabella completaria 6 anos. Antônio Nardoni, avô da menina, e Cristiane, irmã de Alexandre, também são intimados, só que para depor no sábado (19).
Exame feito, comparando o DNA de Isabella com o das manchas encontradas no cenário do crime, confirma que sangue em apartamento de Alexandre é mesmo de Isabella. Responsáveis pela investigação do caso decidem que a reconstituição do crime será o último ato antes do inquérito ser entregue à Justiça.
Mãe de Isabela, Ana Carolina de Oliveira, diz que acredita que Alexandre e Anna Carolina Jatobá possam estar, de alguma forma, diretamente envolvidos na morte da pequena Isabella.
17 de abril (quinta-feira)
Laudo do Instituto de Criminalística, ao qual a TV Globo teve acesso, diz que a menina sofreu um processo de esganadura durante três minutos dentro do apartamento, o que ocasionou uma parada respiratória. Depois, Isabella foi jogada. A queda ocasionou um politraumatismo, com lesões nos órgãos internos. Segundo a polícia, não havia mesmo uma terceira pessoa no apartamento naquela noite de sábado, 29 de março. A perícia também constatou que a pegada no lençol era do chinelo de Alexandre Nardoni, pai da garota.
Maria Aparecida Alves Nardoni, mãe de Alexandre Nardoni, prestou depoimento. Na saída, Antonio Nardoni, pai de Alexandre, reafirmou a inocência do filho e da mulher do rapaz. Questionado se denunciaria o filho caso ele fosse o culpado, Antonio Nardoni respondeu: "Com certeza, ele já teria assinado a confissão". O advogado disse ainda que "o assassino (de Isabella) merece pagar pelo que cometeu".
A mãe da menina rezou pela filha em uma missa especial celebrada pelo padre Marcelo Rossi no Santuário do Terço Bizantino, em Interlagos, na Zona Sul de São Paulo. Na celebração, a menina foi lembrada diversas vezes
No dia em que Isabella completaria 6 anos, o pai da menina foi interrogado pela polícia por cerca de oito horas e a mãe visitou o túmulo da menina e manteve o silência sobre o caso. Homenagens à garota ocorreram na antiga escola onde estudou e também na frente da delegacia, onde populares levaram bolos e balões e cantaram "Parabéns".
Quando a madrasta de Isabella começava a prestar depoimento, logo após o marido, uma série de laudos conseguida com exclusividade pela TV Globo era divulgada pelo Jornal Nacional. Os documentos apontavam que havia marcas de sangue no carro do casal e que pegadas na cama do quarto de onde a menina foi jogada eram do pai dela, Alexandre Nardoni.
Os laudos apontavam ainda que as marcas no pescoço da garota eram compatíveis com as das mãos da madrasta, Anna Carolina Jatobá.
19 de abril (sábado)
A TV Globo tem acesso a detalhes dos laudos do caso Isabella que permitem à polícia estabelecer a seqüência de fatos no edifício em que morava o pai da menina de 5 anos na noite do crime. Os documentos mostram que a menina possuía vários hematomas na parte interna da boca, um indício de que ela teve a boca tampada para que não gritasse.
Durante interrogatórios na sexta-feira (18), Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá entram em contradição, principalmente sobre horários na noite do crime. Madrasta de Isabella diz desconhecer manchas de sangue de Isabella encontradas no carro do casal pela perícia. Advogado de defesa, diz que laudos ainda não são provas no caso.
20 de abril (domingo)
Em entrevista exclusiva para o Fantástico, Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá dizem ser inocentes da morte de Isabella e revelam detalhes da convivência com a menina. Anna Carolina negou ter batido em Isabella. Os dois, porém, não entraram em detalhes sobre os laudos da perícia, que revelam, entre outros detalhes, que as marcas encontradas no pescoço da garota são compatíveis com as mãos de Anna Carolina.
O pai de Alexandre, Antônio Nardoni, diz que “é mais fácil” colocar a culpa no pai da menina e na madrasta.
21 de abril (segunda-feira)
A TV Globo tem acesso ao laudo do Instituto Médico-Legal (IML) sobre o caso Isabella. O documento, que ainda não foi divulgado oficialmente, mostra que a menina teria morrido mesmo se não tivesse sido jogada pela janela. O laudo também mostra que Isabella foi jogada 12 minutos após a chegada da família ao apartamento do 6º andar do Edifício London, na Zona Norte de São Paulo.
Advogados de defesa do casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá dizem que irão entrar com uma representação junto à Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo. Segundo eles, existem irregularidades no inquérito feito sobre o caso. A defesa alega ainda que o interrogório do pai e da madrasta de Isabella, na sexta-feira (18), foi feito baseado em laudos que ainda não foram entregues.
22 de abril (terça-feira)
A polícia adia os depoimentos do avô e da tia de Isabella, Antônio e Cristiane Nardoni. Também é adiada a coletiva para falar como foi feita a elaboração dos laudos do caso Isabella. Em entrevista, o diretor do Departamento de Polícia Judiciária da Capital (Decap), Aldo Galiano, disse que o adiamento da coletiva ocorreu porque ainda faltam quatro depoimentos “imprescindíveis” para a conclusão do inquérito.
Ele também mencionou o questionamento dos laudos por parte da defesa do casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá. “Os laudos foram questionados. Eles estão sendo anexados aos autos na data de hoje [terça-feira]. As perguntas inerentes aos laudos que foram feitas aos indiciados, foram feitas com base em quando o delegado esteve no apartamento e quando conversou com peritos.”
A defesa do casal diz que vai entrar com representação junto à Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo, mesmo após os laudos terem sido anexados ao inquérito.
23 de abril (quarta-feira)
Quatro testemunhas, consideradas pela polícia “imprescindíveis” para a conclusão do inquérito do caso Isabella, depõem. Duas delas, um casal que não teve a identidade divulgada, foram convocadas pela defesa de Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá. Eles seriam vizinhos do casal no Edifício London. Os outros dois depoimentos foram prestados pelo avô e pela tia da menina, Antonio e Cristiane Nardoni.
É divulgado que outras duas testemunhas, ouvidas na terça (22), falaram que viram Antonio Nardoni entrando no apartamento de Alexandre um dia após o crime.
A polícia anuncia que a reconstituição do crime será feita a partir das 10h do domingo (27). Por causa da atividade, prevista para durar cerca de 10 horas, deverá ser fechado o espaço aéreo da região num raio de 3 km.
24 de abril (quinta-feira)
Moradores do prédio que fica em frente ao Edifício London são proibidos de permitir a entrada de jornalistas em seus apartamentos. Pela manhã, policiais visitam o prédio para acertar detalhes do esquema de segurança para a reconstituição do crime.
O promotor que acompanha o caso, Francisco Cembranelli, afirma que os peritos identificaram tentativas de remover os vestígios do assassinato da menina de 5 anos. De acordo com ele, manchas de sangue no apartamento e no carro de Alexandre Nardoni, pai da garota, foram lavadas. Para ele, houve “manipulação” da cena do crime.
A Aeronáutica informa que o espaço aéreo não seria fechado para a reconstituição da morte de Isabella. De acordo com a Aeronáutica, não se poderia limitar o tráfego aéreo no entorno do edifício porque o pedido da Polícia Civil não se enquadraria em nenhuma das 28 normas previstas para o procedimento.
25 de abril (sexta-feira)
Policiais civis começam a cadastrar moradores para a reconstituição da morte de Isabella, prevista para domingo (27). Só quem morava na rua ou no prédio onde aconteceu o crime poderia circular pelo local. A polícia também fotografou as casas vizinhas.
A Polícia Civil pede à Justiça o bloqueio do espaço aéreo no entorno do Edifício London para a reconstituição do crime. Os policiais alegaram que o barulho das aeronaves poderia atrapalhar o trabalho da perícia.
O avô paterno de Isabella, Antonio Nardoni, informou que o filho, Alexandre Nardoni, e a madrasta da menina, Anna Carolina Jatobá, não participariam da reconstituição do crime.
Reportagem do Jornal Nacional informou detalhes do interrogatório do casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá (no dia 18). Em sete horas e meia, policiais tentaram surpreender Nardoni com novos detalhes da perícia, mas ele negou qualquer participação no crime. Anna Carolina também alegou ser inocente, negou ter batido na menina e também que tenha lavado roupas para esconder possíveis manchas de sangue.
26 de abril (sábado)
Polícia afirma que irá cumprir o prazo de 30 dias para concluir a investigação do caso, e entregará o inquérito à Justiça na semana seguinte. Junto com o inquérito, a polícia informa que deve entregar ao Ministério Público o pedido de prisão preventiva do pai e da madrasta da menina.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva diz que está preocupado com o que considera uma exposição exagerada da morte de Isabella Nardoni. “Eu fico preocupado quando a pirotecnia toma conta da investigação.”
O avô de Isabella, Antonio Nardoni, afirma que a ausência do pai e da madrasta da menina na reconstituição da morte dela é uma decisão técnica da defesa do casal, justificada pela divergência entre as versões deles e a da polícia.
27 de abril (domingo)
Peritos realizam a reconstituição do crime. O trabalho no Edifício London começa por volta das 9h40 e vai até as 17h15. Técnicos simulam por duas vezes, a queda da menina. Uma boneca com peso e tamanho de Isabella é lançada pelo buraco da tela de proteção, mas não despenca: fica pendurada por cordas.
A reportagem do Fantástico tem acesso a fotos de objetos que foram recolhidos do apartamento de Alexandre Nardoni. Entre os objetos encaminhados ao Núcleo de Física do IC está a rede de proteção da janela por onde a menina Isabella Nardoni foi jogada.
28 de abril (segunda-feira)
Os delegados que investigam o caso Isabella passam o dia fechando o inquérito para entregá-lo à Justiça. São seis volumes, mais de mil páginas.
A defesa do casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá diz que pode questionar o inquérito. “Tudo o que foi produzido na fase do inquérito, como os laudos periciais e os depoimentos, pode ser submetido ao crivo do contraditório, em que a defesa pode, através de uma postura técnica, questionar o que foi feito”, afirma Rogério Neres de Sousa.
O advogado criminalista Mário de Oliveira Filho questiona a reconstituição do assassinato da menina Isabella, que aconteceu no domingo (27). Para ele, seria imprescindível a realização de um teste de audiometria.
Após a reconstituição, peritos concluem que Isabella morreu 11 minutos após chegar ao prédio do pai.
29 de abril (terça-feira)
O promotor Francisco Cembranelli informa que o inquérito sobre o assassinato da menina Isabella só será entregue pela polícia na manhã de quarta-feira (30), porque o relatório final ainda não foi concluído. Além do relatório e das provas, será anexada ao inquérito uma representação da polícia que pede que sejam acolhidos os argumentos para a prisão preventiva do casal.
O promotor confirma ainda que uma rede de hotéis teria feito uma consulta ao crédito financeiro de Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá. A defesa do pai e da madrasta de Isabella nega que o casal tenha intenção de deixar a capital.
Reportagem do Jornal Nacional mostra que parte da perícia foi usada incorretamente pela polícia durante interrogatório de casal.